sexta-feira, 29 de abril de 2011

Cavalinho de madeira

Esta peça´é feita em mdeira reciclada. A idéia destes cavalinhos nasceu de objetos da cultura do nordeste,somado a historias fantásticas. São poucas produções. Deste objeto nasceu uma pintura que é O casamento do cavalinhos de pau com a bailarina,hoje em uma coleção particular. Faço eles sob encomenda.
Cada cavalinho tem uma decoração, são objetos únicos.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Fotos de Quadros

                                                                     Autópsia de Cristo
                                                                       O equilibrista
                                                                                          Livro de artista (A)
                                                                         Livro de artista (B)
                                                                      Livro de artista (C)
Livro de artista (D)

domingo, 24 de abril de 2011

O homem e sua meia

Ensaio,para performance.Me interessa esta coisa da indumentária, utilizada de modo diverso. Tenho alguns ensaios com outras peças de roupas. Em breve publicarei.

sábado, 23 de abril de 2011

EU NA BIENAL 2006

Eu nos jardins do Ibirapuera,pouco antes de entrar na Bienal,foi uma visita marcante!!!
EU FERNANDO DORIA EM PERFORMANCE PESSOAL, SOB UMA CHUVA DE GUARDA-CHUVAS. BIENAL 2006. MARQUEI PRESENÇA. -ME AGUARDEM NA PRÓXIMA!!!
JFDORIA. ESTOU RETORNANDO COM NOVOS PROJETOS DE PERFORMANCES, AGORA EM 2011.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Fernando Doria em Nova York

Fernando Doria em Nova York.

Fernando Doria em recente entrevista falou  de sua  exposição em Nova York.
Um trabalho que vem sendo construído há mais de dois anos toma corpo agora no Moma
 O projeto iniciou-se com a obra “Y Remenber Rembrandt”, onde o artista, partindo de uma representação de um dos retratos do pintor holandês,inicia uma desconstrução, aplicando uma camada transparente de tinta e sobrepondo outras imagens, dando aí início a uma nova leitura da obra, como se pedisse ao espectador que continuasse a contar a estória por ele iniciada.
Paralelo a esta obra o artista cuja produção é fecunda segue com a criação de seus CDs, com capas  de humor ácido e critico e com CDs que contem imagems da própria exposição,inclusive do próprio CD no qua está contido.
Soma-se a este trabalho a produção de seus livros de artista (edições únicas),retomando o “ livro dos ossos”,e criando novos livros, como por exemplo o “livro caixa”, cujo título poderia remeter aos velhos livros de anotações financeiras, mas que na verdade é um pequeno (de dimensões minúsculas)livro produzido desde uma caixa de “eslaides”,encontrado na rua.
A capa que traz o título “Austrália” é apenas uma colagem do cartaz do filme,acompanhado da data de lançamento.
Em seu interior vamos encontrar pequenos eslaides, onde foram retiradas as transparências e colocado ali novas imagens, em tom sépia, acompanhados de representações desenhadas destas imagens.
A obra (conjunto),de Fernando Doria, traz sempre um incômodo,que nos faz pedir uma referência,referência esta que o artista se nega em nos dar. É como esta pedras que entram em nossos calçados fazendo-nos lembrar de que elas lá estão, até que a retiremos.
Assim  com as obras deste artista.Porém este incomodo ao invés de nos fazer querer retirá-lo nos dão desejo de querer mais, como se ele( o artista), soubesse (e sabe), onde coloca seu dedo, atingindo o ponto nevrálgico de cada espectador.
Penso que o incomodo maior seja á necessidade de uma lógica que não se encontra em seu trabalho.
NÃO QUE SEU TRABALHO NÃO SEJA BEM RESOLVIDO. Pelo contrario,ele tem uma construção e uma solidez de quem há muito tempo tempo está na estrada. E por isto mesmo ele e sua obra podem “brincar” com a falta de lógica.
O mundo é ilógico. Esta frase do próprio artista encaixa perfeitamente em sua produção.
O artista não segue uma linha. Eu vou onde minha cabeça vai, diz Doria. Se hoje começo uma pintura e estou ouvindo  Andrea Boccelli, amanhã pode ter certeza que o quadro vai dar uma guinada já que a noite li os contos de Edgard Alan Poe, e pela manhã vou ouvir “Zé Ramalho”.  Não ter lógica é a minha lógica, diz Fernando.
Vale a pena conferir esta mostra. No mínimo se você está sem rumo,saindo desta exposição você vai se encontrar, como diz o artista dentro deste mundo sem lógica. 
(TEXTO FICTICIO PARA APRESENTAÇÃO DO ARTISTA)      

terça-feira, 24 de agosto de 2010

ROUPAS AO VENTO

Arte em tecnica mista sobre cartão. Acrílica e colagem.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Meu melhor vampiro, ou melhor dizendo, minha melhor vampira. A idéia aqui era pintar uma boca com grande presas. Aí saiu uma figura feminina No correr do desenho transformou-se em uma adolecente. E aí está uma vampira teen. Com seu sorriso jovial e seu aparelho nos dentes. Pelo sorriso se nota que ela está bem, sem complexo algum.
Saudações ao meros mortais, e em breve virão novos temas vampirescos. Já tenho o desenho de uma pasta de dentes para vampiros, e pretendo postar ( falta desenhar), um nenê vampiro.
Até a próxima dentada.
Conde Fernando.